domingo, 8 de maio de 2011

Safáris Ilegais em Mato Grosso do Sul

Agora você pare e pense, como que uma pessoa dessa tem a capacidade de fazer isso e ainda diz que a onça estava comendo suas vacas, vaca é essa fazendeira que não tem piedade com a própria natureza, e queria saber até quando isso vai acontecer no Brasil, essa ganancia de dinheiro que faz com que os fazendeiros vão cada dia mais e mais destruindo e matando a fauna e flora Brasileira e o nosso governo e o que faz? A ela faz sim, incentiva os produtores rurais a plantar mais e mais, com isso destroi mais terras, enfraquece a natureza e polui o nosso ar e nossa água, é isso que o governo faz e está fazendo...apenas 1% da população ou menos está preocupado com o Brasil, que quer reciclar, que quer ver a natureza em pé, o resto é resto, o resto são aqueles filha da puta de pessoa que cursam o curso como veterinário, agronomia e outros ae, que só sabem querer beber, consumir carne e andar de carro...precisamos de ajuda e a nossa ajuda até agora não está sendo o Brasil, mas sim os países de fora, como os EUA...vamos ajudar a preservar pro futuro...

terça-feira, 26 de abril de 2011

UNIDADE DE BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO - DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA


A Unidade de Biologia da Conservação (UBC) constitui uma unidade de investigação multidisciplinar e pedagógica das Ciências Biológicas com competência no domínio da Biologia da Conservação e da Biodiversidade, designadamente no campo de investigação e das suas aplicações à gestão racional dos recursos naturais.

Os principais objectivos da UBC são:

• Contribuir para a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais através da investigação fundamental e aplicada nas áreas da Conservação e Gestão dos Recursos Naturais, Biologia, Ecologia, Biossistemática, Biogeografia, Ecotoxicologia, Genética, Modelação Ecológica, etc.;

• Colaborar em actividades de formação universitária e profissionalizante, designadamente através do apoio aos programas de Licenciatura e de Pós-graduações na área da Biologia, assim como organizar cursos de especialização e seminários de actualização de conhecimentos no domínio da Biologia da Conservação;

• Promover a divulgação científica para o público em geral, organizar seminários e conferências, bem como promover a edição folhetos informativos sobre temas relacionados com as suas áreas de investigação;

A UBC congrega prioritariamente docentes e investigadores do Departamento de Biologia da Universidade de Évora e estudantes, bolseiros e técnicos a desenvolverem trabalho de investigação sob a orientação daqueles.


Actualmente a equipa da UBC integra 20 elementos.

O responsável da UBC, desde o seu início, é o Prof. António Mira. Os responsáveis científicos, por área, são:

Prof. António Mira (Mamíferos)
Prof. Carola Meierrose (Insectos)
Prof. Celeste Silva de Sá (Flora e Vegetação)
Prof. Fernando Capela e Silva (Ecotoxicologia)
Prof. Helena Adão (Macrobentos)
Prof. João E. Rabaça (Aves)
Prof. Paulo Sá Sousa (Répteis e Anfíbios)
Prof. Pedro Raposo de Almeida (Peixes

BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO


A Biologia da Conservação foi cristalizada como uma disciplina devido não somente ao crescimento da percepção de uma crise de extinção, mas também devido a percepção de uma lacuna entre ecólogos e manejadores de recursos (Meine, 1995) e desenvolvida para combater a crise da biodiversidade, com dois objetivos principais: primeiro, entender os efeitos da atividade humana sobre as espécies, comunidades e ecossistemas, e, segundo, desenvolver abordagens práticas para prevenir a extinção de espécies e, se possível, reintegrar as espécies ameaçadas ao seu ecossistema funcional (Primack e Rodrigues, 2001).
Os biólogos da conservação sabem que cada espécie é uma peça-chave da evolução, potencialmente imortal exceto por chance rara ou escolha humana, sendo sua perda um desastre (Wilson, 2000). As comunidades biológicas que levaram milhões de anos para se desenvolver vêm sendo devastadas pelo homem em toda a terra e a lista de transformações de sistemas naturais que estão diretamente relacionadas à atividades humanas é longa (Primack e Rodrigues, 2001), ou seja, a escolha humana prevalece.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

MACACO QUE FUMA VAI AO PR


Conhecido como o macaco fumante, o chimpanzé Omega, de 12 anos, desembarca hoje, às 19h30, no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, Grande São Paulo. Ele foi resgatado pela ONG Animals Lebanon de um zoológico no Líbano, fechado depois de denúncias de maus-tratos.

Após ser liberado pela alfândega brasileira, o bicho seguirá de caminhão para São José dos Pinhais, no Paraná, onde vai morar no Instituto Conservacionista Anami. 'Será uma alegria recebê-lo', diz a dona do santuário, Anita Starostik. 'Aqui é proibido fumar, portanto ele não vai fumar.'

Omega pesa 60 quilos, nunca subiu em árvore nem teve contato com outro chimpanzé, segundo a agência internacional de notícias Associated Press (AP). O primata foi treinado para fumar narguilé nos primeiros anos de vida, em um restaurante, para entreter os clientes. Quando cresceu, Omega ficou forte e foi enviado a um zoológico na cidade de Ansar, onde ficou por dez anos. Neste período, apesar de estar em cativeiro, visitantes do espaço jogavam cigarro para ele.


Disponível em: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=26273473

Rafael H. Marcon Pereira.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

ASSOCIAÇÃO MATA CILIAR

FONTE: Jairo Biólogo.

FONTE: Jairo Biólogo.

FONTE: Jairo Biólogo.

FONTE: Jairo Biólogo.

FONTE: Jairo Biólogo.

A Associação Mata Ciliar localizada na cidade de Jundiaí no estado de São Paulo está destinado aos cuidados de animais silvestres. Esses animais chegam até a Associação ou por meio de apreensão de animais silvestres ou por resquícios de matas localizadas dentro de cidades. Os animais passam dias, semanas, meses ou até anos na associação se recuperando para logo em seguida ser solto em algumas matas da região do estado do Paraná, podendo ser o Parque Nacional de Foz do Iguaçu, aonde os animais são mais liberados ou nas matas do estado de São Paulo. Os animais que não possuem condições para serem soltos nas matas passam o restante de suas vidas no alojamento (gaiolas ou jaulas). Esses animais são vitimas do homem, que por algum intermédio, querendo ou não querendo interferiu na natureza e a provocou algum tipo de abalo. Jairo um grande amigo e Biólogo da Associação Mata Ciliar relata que “em setembro de 2009 chegou para nós um filhote de Bugio (Aloutta fusca clamitans), ele chorava muito, pedia colo a todo o momento, teve que ser tratado durante meses com mamadeira, tudo isso aconteceu porque a sua mãe foi morta eletrocutada, em uma área aonde construíram um condomínio fechado, ou seja, uma ação antrópica... triste, mas atualmente o pequeno Bugio vive bem, recebeu até um nome, se chama Abu, mas acabou se acostumando com os humanos”. Jairo também comenta pra mim um sucesso que ocorreu para eles lá dentro da Associação Mata Ciliar, “reabrimos o CRAS, passamos a voltar a receber os animais de apreensão, os animais de Maringá é um caso a parte, pois deveriam ser destinados a um santuário e não a um CRAS”. Jairo comenta também que, “não tem como eu dizer mais ou menos quantos animais nós reabilitamos por mês, porque depende da situação de que eles chegam... estamos conseguindo bastante sucesso sim, embora muitos morram”. Também em outras conversas mais descontraídas Jairo fala que a maioria dos animais possui nomes e os animais entendem qual nome foram dados a eles, os animais que receberam o nome são aqueles que não vão voltar para a mata. Alguns animais possuem nomes bem divertidos, como tereré que é uma jaguatirica, gardenal, robocop, castanho, smeagol, idi e Abu que são os bugios. Jairo disse que “nos temos setenta felinos e todos possuem nomes, alguns deles são o Google, natalu, geléia, pig, xilazina, amora, volt guaraná e entre outros nomes divertidos”. Para quem quiser conhecer um pouco sobre a Associação Mata Ciliar, o link do site está aqui disponível (http://www.mataciliar.org.br/). Quero deixar esse pequeno texto e pedir mais preservação a todos.
Pra quem quer conhecer mais o Jairo Biólogo ou sobre o trabalho dele aqui está o link do Orkut dele (http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=2962683567481933480).



Rafael H. Marcon Pereira.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

COMO VIVEM OS MACACOS EM MARINGÁ


Quando algumas pessoas que vêem de fora e não conhecem Maringá ou mesmo as pessoas daqui mesmo da cidade, vão até os bosques ou até os parques de Maringá para passear e contemplar a bela natureza acaba deparando com alguns pequenos primatas, como o Sagui (Callithrix argentata leucippe) e o Macaco-prego (Cebus nigritus) que são as únicas espécies de primatas encontrado na cidade, são dóceis, curiosos, mas também podem ser agressivos. Podemos pensar como eles vivem e como é a vida deles dentro desses pequenos fragmentos de mata. Para a população e para a prefeitura é muito lindo, maravilhoso, ter esses animais ali, atraem mais turistas, mais pessoas para a cidade, passam um pensamento como a cidade é verde e maravilhosa, mas esquece que esses animais sofrem muito em morar em um pequeno espaço de fragmento de mata, a variedade de comida é limitado, o território é limitada, a reprodução acaba por final também sendo limitado, porque os mesmos descendentes, com os mesmo genes acabam se reproduzindo e assim podendo nascer filhotes estéreis ou com má formação. Muitos desses primatas acabam perdendo parte de seu corpo quando tentam buscar comida fora do parque, eles precisam passar primeiro por uma barreira que é a cerca, aonde ali muitos se machucam ou já se machucaram, vão até as calçadas e reviram lixos, dentro dos lixos acabam encontrando latinhas, copos e garrafas quebradas, plásticos e muitas outras coisas que venham a cortar, também quando reviram lixos acabam comendo todos os tipos de alimentos que não são básicos para a sua nutrição, sem falar que a própria população acaba alimentando eles. Seria mais fácil e seguro fazer a retirada dos primatas e encaminhá-los até centros de tratamentos ou reservas, isso traria uma melhor segurança para a população e um grande bem estar para os primatas. Lembrando que para fazer a retirada desses primatas não é fácil, mas também não é impossível, há várias maneiras e a mais fácil de todas é a armadilha viva, caixotes contendo algum tipo de isca (frutas) que os atraem até lá dentro e os prendem, mas lembrando que sempre o macaco que vai primeiro é o macaco isca do mando ou pode ser o macaco alfa. A prefeitura deveria ser mais ligada nisso, ter mais responsabilidade, não é a própria prefeitura que diz que a cidade é a cidade verde, então comece a dar melhor valor à natureza, fazendo a retirada desses primatas e s levando a um lugar melhor.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

ÁCIDO NUCLEICO PROTEGE PRIMATAS DO VÍRUS EBOLA




Análogos de ácido nucleico empregados normalmente para modificar a expressão genética conseguem imunizar os primatas dos letais efeitos do vírus ebola, segundo publica esta semana a revista Nature Medicine.

Trata-se das substâncias conhecidas como oligômeros de morfolino e embora não tenham sido ainda testadas em voluntários humanos, este achado abre as portas para futuros tratamentos em pessoas.

Não existem vacinas nem tratamentos terapêuticos contra um vírus tão patogênico como o Ebola e o de Marburg, que causam uma febre hemorrágica com taxas elevadas de mortalidade.

Um grupo de pesquisadores do Instituto Militar de Pesquisa Médica de Doenças Infecciosas dos Estados Unidos descobriu que a injeção desses oligômeros para atacar os genes virais evitava a morte dos símios nos quais foi aplicado o tratamento.

Os animais ficaram protegidos de uma eventual infecção inclusive se o tratamento fosse fornecido uma hora após sua exposição ao vírus, o que indica o potencial dessa substância como tratamento de emergência.

As informações são da EFE

DISPONÍVEL EM: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4638032-EI8147,00-Acido+nucleico+protege+primatas+do+virus+ebola.html